paulista 01 até 02
- Prédio do MASP - Museu de Arte de São Paulo paulista 03 até 07 - Diversos pontos da avenida. paulista 08 e 09 - Torres de transmissão de rádio e TV. paulista 10 - Vista geral da avenida.
18 fotos em alta resolução para baixar + 12 fotos com resolução padrão (stones,
papel, metal, etc)
back 01 -
Foto com aplicação de Filtro Sine Blobs 4. back 02 - Foto com aplicação de Filtro Sine Blobs 3. back 03 - Foto com aplicação de Filtro RCS Noisemaker - Rotary RGB back 04 - Foto com aplicação de Filtro Blast EM. back 05 - Foto com aplicação de Filtro Instant Background. back 06 - Foto com aplicação de Filtro extrusão. back 07 até 09 - Fotos fundo molhado. back 10 - Foto com aplicação de Filtro RCS Sequins. back 11 - Foto com aplicação de Filtro Evanescence. back 12 - Foto com aplicação de Filtro Chaos Mirror.
centro 01
- Viaduto do Chá com vista para o calçadão do Vale do Anhangabaú, que em
tupi-guarani significa Vale dos Demônios.
centro 02 - Viaduto do Chá tendo ao fundo o Teatro Municipal, a
mais importante casa de espetáculos da cidade, com acústica perfeita. Projeto
de Ramos de Azevedo, inaugurado em 1911 com a ópera Hamlet. Majestosa
construção que segue o estilo renascentista barroco, mas com módulos da
Renascença Greco-Romana.
centro 03 - Viaduto do Chá - vista do Shopping Light, antigo
prédio da Companhia Inglesa Light, projeto do escritório de Ramos de Azevedo,
datado de 1925.
centro 04 - Calçadão do Vale do Anhangabaú, vemos ao fundo o Prédio
dos Correios erguido em 1922, como a maior agência postal do país.
centro 05 - Rua São Bento, em destaque o Edifício Martinelli,
construído pelo imigrante italiano Giuseppe Martinelli. Foi o primeiro
arranha-céu da cidade e também o pioneiro na utilização do concreto armado
em grandes proporções, sendo inaugurado em 1929.
centro 06 - Vista do calçadão do Vale do Anhangabaú.
centro 07, 08 e 09 - Começo da Av. São João. Vemos o Edifício
Martinelli e ao fundo o prédio do Banespa, réplica do Empire State
de Nova Iorque, de cujo mirante pode-se avistar várias regiões da cidade de
São Paulo.
centro 10, 11, 12 e 13 - Largo São Bento, detalhando a Faculdade e
Colégio de São Bento.
centro 14 - Galeria de Lojas da Rua Nova Barão.
centro 15 - Largo São Bento, Começo da Av. São João, vendo o Edifício
Martinelli e ao fundo o famoso prédio do Banespa (foto com resolução
acima do padrão).
centro 16 - Largo São Bento, de onde partiam as Bandeiras –
expedições que procuravam dominar e ocupar novas terras. Mosteiro e Basílica
de São Bento em estilo eclético, onde se realizam missas com canto
gregoriano.
centro 17 - Pátio do Colégio – local onde
foi fundada a cidade de São Paulo em 25 de janeiro de 1554. O conjunto
arquitetônico é formado pela Capela e Museu Padre Anchieta.
centro 18 - Pátio do Colégio – 1º Tribunal
de Alçada Civil e Palácio da Justiça.
centro 19 - Pátio do Colégio – Palácio da Justiça.
centro 20 - Pátio do Colégio – rua lateral.
centro 21 - Pátio do Colégio – Praça interna do Pátio.
centro 22, 23 e 24 - Pátio do Colégio – ângulos diversos.
centro 25 - Pátio do Colégio – Monumento Glória Imortal aos
Fundadores.
centro 26 até 29 - Praça da Sé – Marco
Zero da cidade. Catedral Metropolitana, medindo 111 metros de
comprimento e comportando até 8.000 pessoas. Possui uma cripta onde estão os túmulos
do Cacique Tibiriçá e Diogo Antônio Feijó, além das câmaras mortuárias
dos Bispos de São Paulo. — A atual igreja da Sé, de estilo gótico, concluída em 1954, é apenas
um marco central da praça, que por muito tempo cumpre função comercial e de
serviços no coração do centro. Aí estavam os famosos edifício Santa Helena,
com teatro e cinema e a Praça Clóvis Beviláqua que desaparecem com a reforma
dos anos 70, época da instalação do metrô. Em conjunto com a Praça João
Mendes, forma histórico local de convergência de transporte urbano, e ainda
conta com edifício da Escola do Livro (antiga Farmácia Baruel) de 1924. —
centro 30 até 33 e 35 - Vale do Anhangabaú. Vista do alto do viaduto
Sta. Efigênia.
centro 34 - Calçadão sobre o Viaduto Santa Efigênia, o primeiro
a ser construído no século XIX, com o objetivo de ser uma passarela de
comunicação entre o centro e a morada das elites do passado.
centro 36 e 38 - Edifício Itália – vista
do térreo.
centro 37 - Edifício Copan, a maior estrutura
de concreto do país, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e, durante muitos
anos cartão postal da cidade.
Fonte
: Folheto "São Paulo - Centro Histórico ", da Prefeitura Municipal,
Anhembi e Comtur.
congonhas 01
até 12
- Vista do mezanino do Restaurante. congonhas 13 e 14 - Saguão de espera. congonhas 15 - Vista de um pouso na cabeceira da pista. congonhas 16 - Cabeceira vista do viaduto sobre
a Av. dos Bandeirantes.
ibirapuera 01 até 03
- Monumento à Bandeira.
ibirapuera 04 - Assembléia Legislativa de São Paulo. ibirapuera 05 e 06 - Monumento à Bandeira. ibirapuera 07 até 09 - Lago do Parque do
Ibirapuera.
ibirapuera 10 - Obelisco ibirapuera 11 - Prédio na Rua Tutóia, próximo ao Ibirapuera. ibirapuera 12 e 13 - Obelisco ibirapuera 14 - Avenida 23 de Maio, ao fundo o Obelisco. ibirapuera 15 - Obelisco ibirapuera 16 - Avenida 23 de Maio, sentido centro.
industria 01
e 02
- Siderúrgica. industria 03 e 04 - Fundição de lingotes de
estanho. industria 05 e 06 - Armazenagem. industria 07 - Máquina extrusora de
alumínio. industria 08 até 12 - Fundição e siderúrgicas.
Local:
Rua Visconde de Parnaíba 1316 - Mooca - São Paulo - SP.
O Memorial
do Imigrante foi criado em 6 de abril de 1998 com o objetivo de reunir,
preservar e expor a documentação, a memória e os objetos daqueles que vieram
para o Brasil em busca de uma vida melhor, de aventuras, de fortuna ou somente
fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem.
Instalado
em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo, o Memorial
ocupa parte da antiga Hospedaria de Imigrantes, um imponente complexo de
prédios, inaugurado oficialmente em 1888, no bairro do Brás, com a finalidade
de receber e encaminhar ao trabalho, na lavoura, os imigrantes trazidos por
conta do Governo de São Paulo. Com o crescimento das indústrias no início do
século XX, o perfil da mão-de-obra imigrante ganharia mais uma faceta,
surgindo uma classe operária numerosa e combativa.
O
memorial foi escolhido para locação de gravações da novela "Terra Nostra"
exibida pele rede Globo há alguns anos atrás.
Fonte
:
Folheto " Memorial do Imigrante ", da Secretaria de Estado da Cultura
e do Governo do Estado de S. Paulo.
Mais detalhes no Site: www.memorialdoimigrante.sp.gov.br
imigrante 01
- Fachada do prédio principal. imigrante 02 - Pedra fundamental de inauguração. imigrante 03 - Pacific 353, locomotiva a vapor Baldwin de 1927, a
maior existente no Brasil. imigrante 04 - Chafariz logo na entrada. imigrante 05 - Meio de transporte da época. imigrante 06 e 07 - Objetos antigos utilizados pelos imigrantes. imigrante 08 - Meio de transporte da época. imigrante 09 - Guindaste utilizado para carregamento dos trens na
época. imigrante 10 - Equipamentos da linha férrea. imigrante 11 até 15 - Objetos antigos utilizados pelos imigrantes. imigrante 16 - Maquete de bonde. imigrante 17 e 18 - Bonde construído pela empresa inglesa Hurst
Nelson em 1912 e que pertencia a "The City of Santos Improvements
Company", que faz o trajeto Memorial - Estação Bresser do Metrô, ida
e volta. imigrante 19 - Sino de locomotiva a vapor. imigrante 20 - Bustos e estátuas doados ao acervo do Memorial. imigrante 21 - Detalhe da inscrição na fachada do prédio
principal. imigrante 22 - Detalhe de estátua no jardim frontal. imigrante 23 e 24 - Detalhe de placa e objetos de uma das salas com
vários objetos pertencentes a ferrovia. imigrante 25 até 29 - Vários veículos puxados a cavalo e a motor
de várias marcas e muito antigos. imigrante 30 - Casa típica de uma fazenda de café, onde o
público tem contato com um pequeno cafezal e objetos usados nas plantações. imigrante 31 - Modelo de máquina fotográfica antiga na porta do
atelier fotográfico para fotos reais com trajes da época. imigrante 32 - Cafeteira elétrica espanhola de 1950. imigrante 33 - Moedores de café. imigrante 34 - Bonecos com roupas típicas e bandeiras de mais de
60 nacionalidades.
mirante 01
- Visão geral com destaque para a Catedral e Praça da Sé. mirante 02
- Visão geral com vista para a Rua Libero Badaró, Viaduto do Chá e vemos
pedaço do prédio Matarazzo, construído entre 1937 e 1940, com base no
arquiteto italiano Piacentini. Vemos a torre da Igreja de Santo Antônio, matriz
da Vila de São Paulo, no início do século XVII, situado na Praça do
Patriarca nº 49.
— Em 1913, com o ajardinamento de terrenos próximos ao vale, a Praça do
Patriarca é desenhada. Ponto de passagem entre o triângulo do Centro Velho e o
Vale do Anhangabaú, passa por várias reformulações, das antigas edificações
só resta a igreja de Santo Antônio e nas imediações a Casa Fretin e a Botica
Veado de Ouro ( 1897 ). A construção do viaduto de concreto e a reformulação
do vale no final dos anos 30, fez surgir em 1941 a bela marquise, porta de
entrada da grande galeria Prestes Maia, que abriga salas de exposição e compõem
um conjunto harmonioso, que possibilita ao pedestre chegar ao vale pelo
sub-solo.
mirante 03 e 04 - Idem acima só que em zoom. mirante 05
- Vistas para a região leste da cidade. mirante 06
- Visão do parque D. Pedro, vendo o prédio imponente da Caixa Econômica
Federal, onde existe o Centro Cultural que promove exposições de artistas
brasileiros. mirante 07
- Vistas para a região leste da cidade. mirante 08
- Mercado Municipal de São Paulo, sito à Rua da Cantareira, 306. mirante 09
- Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro II, sede da Prefeitura. mirante 10 - Visão geral do mercado da Cantareira, em foto com filtro
Esferização. mirante 11 - Avenida do Estado com vista para o Palácio das Indústrias. mirante 12 - Praça Ragueb Chohfi e Rua 25 de Março. mirante 13 - Visão para a Av. do Estado. mirante 14 - Parque D. Pedro II, linha do Metrô Leste-Oeste. mirante 15 - Visão da Praça da Sé e Praça Clóvis Bevilacqua. mirante 16 - Vista geral com destaque para a Avenida Rangel Pestana. mirante 17 - Vale do Anhangabaú, ao fundo a Avenida Prestes Maia com
destaque ao cento para o Mosteiro e Basílica São Bento. mirante 18 - Visão geral com destaque para a Praça da Sé. mirante 19
- Visão do Vale do Anhangabaú e a longa Avenida São João. — Antiga rua de São João
era a mais importante via que ligava as duas margens do vale do rio Anhangabaú, uma
das primeiras a receber os trilhos dos bondes nos anos 10, contando na época
com locais de lazer como o Salão de Variedades, o Cassino Antártica e o Bijou
Theather. Nela ainda podemos encontrar o Conservatório Dramático Musical
inaugurado em 1906, em imóvel neo-clássico do Brigadeiro Tobias, que pertenceu
à Marquesa de Santos e o edifício dos Correios e Telégrafos, projetado pelo
engenheiro Ramos de Azevedo, em 1920. mirante 20 - Visão dos terraços do Edifício
Martinelli, tendo bem no topo à esquerda, parte do Edifício Itália, o mais
alto de São Paulo. mirante 21
- Detalhe dos jardins na cobertura do Edifício Matarazzo, hoje sede do Banespa. mirante 22
- Esta foto mostra o Mercado da Cantareira e o Palácio das Indústrias, no
Parque D. Pedro II. mirante 23
- Horizonte da Avenida Prestes Maia. mirante 24
- Detalhe da região da Rua 25 de Março. mirante 25
- Os altos prédios da região central tendo em destaque o mais alto de todos:
Edifício Itália com 46 andares. mirante 26
- Visão geral do Anhangabaú em destaque para o Viaduto Santo Efigênia, agora
somente passarela de pedestres.
— Importante elo de ligação entre a Freguesia de Santa Efigênia, pequeno
vilarejo ao redor da capela do mesmo nome, erguida ainda no final do século
XVIII e o centro velho. Obra do engenheiro italiano Júlio Michetti, com peças
trazidas da Bélgica teve sua construção concluída em 1913, fazendo parte do
plano Bouvard, que visava embelezar o vale dando-lhe ares parisienses. Foi várias
vezes reformado e restaurado nos anos 70. Hoje forma, com a Igreja de Santa Efigênia
de 1922 e o hotel dos anos 40, um dos raros núcleos históricos na região.
mirante 27
- Largo do Anhangabaú e esquinas da Av. São João e Rua Libero Badaró. mirante 28
- Mosteiro do Largo São Bento.
Local:
Parque da Independência, s/nº (próximo a Avenida Nazaré) - Ipiranga
Foi
inaugurado em 1890 o edifício-monumento à Independência do Brasil que fora
projetado pelo arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi em estilo
eclético.
A construção do monumento ficou a cargo de outro italiano, Luigi Pucci,
responsável pela contratação da mão-de-obra necessária, pela compra de
materiais e por fazer cumprir as determinações técnicas e ornamentais do
projeto do engenheiro Bezzi.
Em 1890, as obras foram dadas por encerradas, embora houvesse ainda razoável
soma de tarefas por completar, como a implantação dos jardins. A inauguração
foi celebrada no dia 15 de novembro daquele mesmo ano, no primeiro aniversário
da República.
JARDINS
Os primeiros jardins em torno do edifício, formados entre 1908 e 1909, foram
projetados pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e reproduzem concepções
paisagísticas inspiradas nos jardins barrocos franceses, como os de Versailles.
Em 1922, esses jardins foram ampliados em 1500 m², passando a atingir o início
da Av. D.Pedro I e na década de 30, sofreram novas intervenções, com o
rebaixamento da área em frente à fachada principal.
museu 01
- Vista panorâmica do prédio. museu 02 / 03 / 07 / 09 / 12 / 15 - Jardins do Museu. museu 04 / 05 / 06 / 08 / 10 / 11 / 13 / 14 - Vista de vários
ângulos da fachada do Museu. museu 16 - Detalhe de um dos canhões, na entrada do saguão.
Local:
Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla
Av. Cruzeiro do Sul x R. Dr. Pedro Vicente (próximo ao Metrô Armênia)
A romântica
imagem da cidade de São Paulo do século 19, com seus bondes abertos puxados
por animais, continua preservada no Museu dos Transportes Públicos Gaetano
Ferolla. O local guarda relíquias que traçam 100 anos da história do
transporte coletivo, desde o primeiro a circular no Brasil, 1.500 fotos, 1.500
livros, além de móveis, objetos e documentos sobre a evolução do transporte
urbano.
transp 01
- Bonde elétrico - frota de 15 veículos inaugurada em 1900. transp 02 - Uma das placas indicativas do acervo do Museu dos Transportes. transp 03 - Bonde Camarão. Apelidado devido a sua cor, o
primeiro bonde fechado, circulou entre 1927 e 1968, ano em que os bondes
deixaram de circular em São Paulo. transp 04 - Bonde Gilda - Modelo Luxo. Desativado em 1967 tinha
sistema de calefação interno, portas automáticas e assentos em palhinha. Foi
fabricado em Nova York e circulou por 20 anos nas regiões nobres da cidade de
São Paulo, como a Av. Paulista. transp 05 - Trólebus. Fabricado em Denver, Colorado - EUA, em 1947,
chegou a São Paulo em 1948. transp 06 - Carro Ford T, de 1923, utilizado pelos aventureiros Leônidas
Borges de Oliveria, Mario Fava e Francisco Lopes da Cruz para percorrer 26 mil
quilômetros, de São Paulo até Nova York, em uma viagem de durou dez anos. transp 07 - Detalhe do Bonde Elétrico. transp 08 - Sistema de rodas e suspensão de Bondes. transp 09 - Bonde Tração Animal. Primeiro a chegar ao Brasil,
circulou em São Paulo de 1872 a 1900. Era movido a burros e não possuía portas. transp 10 - Cafeteira usada nas garagens em 1952. transp 11 - Bonde de Areia (Modelo) - O veículo era usado para espalhar
areia nos trilhos e evitar derrapagem e descarrilamento dos bondes de
passageiros. transp 12 - Relógios antigos de Cartão-de-ponto.
Fonte
: Folheto "100 anos de transporte coletivo ", da Prefeitura Municipal,
Secretaria Municipal de Transporte e SPTrans.
Uma fabulosa e linda
cidade setecentista encravada num vale profundo das montanhas
mineiras. Anacrônica, espantosa, fascinante... Ouro Preto ressurge
como uma visão, uma miragem em meio à densa névoa matutina. A
sensação para os visitantes de primeira viagem é empolgante. De
repente parece que a viagem no tempo é uma realidade. Uma romaria de
vivos se mistura a uma romaria de mortos. Figuras históricas e/ou
anônimas se confundem aos contemporâneos. Esbarram e semeiam
falácias.
Ouro Preto está acima do bem e do
mal. Quem não pensa assim não aproveita bem a cidade. é extremamente humana, por
isso mesmo corajosa e cruel. A crueldade está escrita nas paredes entumecidas
pela queima de óleo de baleia das antigas minas de ouro. Os escravos eram
forçados a entrar em pequenas aberturas e lá ficavam praticamente o dia inteiro,
respirando a fumaça das tochas, o suor exausto e o sufocante exalar de urina e
fezes. Já a coragem repousa resplandecente no Panteão da Liberdade, onde
descansam os restos daqueles que um dia sonharam a independência de Minas Gerais
e também, e por que não, do Brasil.
Em Ouro Preto não há lugar para maniqueísmos. Devemos apenas nos remeter a uma
época sem leis; uma sopa caótica de interesses que tomou forma e deu origem à
primeira sociedade com características modernas do Brasil. Se nosso país nasceu
em algum ponto do litoral, sua concepção como nação se deu em Minas. E sua mãe
foi Vila Rica e seu alimento o ouro.
Por seu valor, Ouro Preto foi decretada Cidade Monumento Nacional em 1933. Os
olhares e o reconhecimento do mundo viriam em 1980, quando a Unesco a declarou
Patrimônio Cultural da Humanidade. Seu legado é maior que as fronteiras, sua
essência é a própria essência do homem.
Fotos de nº 5206 a 5626 (12 fotos)
- Fazenda em Belo Horizonte, Ouro Preto, Praça do Papa em Belo Horizonte, Lagoa
da Pampulha em Belo Horizonte - MG.
Paisagens 2
paisagem 01 até 04 - Represa do Município de Mairiporã - SP. paisagem 05
- Divisa Municípios Mairiporã / Franco da Rocha - SP. paisagem 06 e 07
- Represa do Município de Mairiporã - SP. paisagem 08 até 11 - Sítio no Município de Tietê - SP. paisagem 12 - Jardins do Shopping Metrô Tatuapé - São Paulo - SP. paisagem 13 - Centro de Bragança Paulista - SP. paisagem 14 até 17 - Zoológico de São Paulo. paisagem 18 até 20 - Fotos
residenciais cidade litorânea.
rodovia 01
até 12 - Vários ângulos da rodovia dos Bandeirantes rodovia 13 - Rodovia Marechal Rondon, as 2 fábricas dos maires
fabricantes de refrigerantes, bem em frente uma da outra. rodovia 14 - Represa Billings na Anchieta. rodovia 15 e 16 - Rodovia Anchieta.
terraco 01
- Vista em foto vertical para a região centro, tendo ao fundo o prédio do
Banespa e Banco do Brasil dentre outros. terraco 02 - Vista para a praça da República e Avenida Ipiranga. terraco 03 - Vista para a região centro tendo ao fundo o prédio do
Banespa. terraco 04 - Praça da República.
— Praça
da República, local onde antigamente se reuniam as boiadas que provinham do
interior. Seu nome original era Largo dos Curros, em razão da realização de
touradas.
Posteriormente, em 1865, passou a se chamar Largo 7 de Abril e a 19 de novembro
de 1889, foi batizada de Praça da República em homenagem à nova forma de
governo instituída.
Na Praça está instalado o Edifício do Instituto Caetano de Campos,
antiga Escola Normal, atual sede da Secretaria Estadual da Educação.
Aos domingos é possível fazer um agradável passeio pela Feira da República,
espaço onde são expostos trabalhos artesanais, telas, moedas, selos antigos e
pedras brasileiras.
terraco 05 -
Vista para a Rua Major Sertório e Hilton Hotel. terraco 06 e 07 - Praça da República. terraco 08 - Vista do jardim do terraço e ao fundo os prédios do
Baanespa e Banco do Brasil. terraco 09 - Edifícios Copan e Hilton Hotel. terraco 10 - Edifício Copan, a maior estrutura
de concreto do país, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e, durante muitos
anos cartão postal da cidade. terraco 11 - Detalhe de cobertura de prédio. terraco 12 -Vista em foto horizontal para a região centro, tendo ao
fundo o prédio do Banespa e Banco do Brasil dentre outros. terraco 13 - Edifícios Copan e Hilton Hotel. terraco 14 - Edifício Copan - detalhe
cobertura. terraco 15 - Avenida Ipiranga e Rua Major Sertório. terraco 16 - Avenida São Luís concentra-se um grande número de
agências de turismo e companhias aéreas. No final da Av. São Luís, à
esquerda temos a Biblioteca Municipal Mário de Andrade, que possui o
maior acervo de todo o Estado de São Paulo. terraco 17 - Avenida São Luís em closet. terraco 18 - Cruzamento Avenidas Ipiranga e São Luís. terraco 19 - Av. Ipiranga. terraco 20 - Vista do terraço e ao fundo região da Serra da Cantareira.
trem 01 e 02
- Pacific 353, locomotiva a vapor Baldwin de 1927, a maior existente no Brasil.
Ela percorre um trecho que pertencia ao Ramal Ferroviário dos Imigrantes. trem 03 - Placa de identificação da locomotiva Baldwin, feita na
Philadelphia - EUA. trem 04 - Detalhe do sistema de tração da locomotiva. trem 05 até 14 - Vários ângulos da composição a vapor do Memorial do
Imigrante, vagão de carga, primeira e segunda classes vagões restaurante,
todos restaurados. trem 15 até 18 - Várias maquetes de locomotivas e vagões em uma sala
do Memorial. trem 19 até 21 - Ramal normal da CPTM. trem 22 até 25 - Estação Brás linha da CPTM. trem 26 - Vista superior do trem da estação do Tatuapé. trem 27 e 28 - Ramall da CPTM.
Zoológico
de São Paulo Localização:
Avenida Miguel Stéfano, 4.241. Água Funda. Zona Sul.
Está situado numa área de 824.529 m² de Mata Atlântica, aonde se localiza a
nascente do riacho Ypiranga e abriga uma infinidade de animais, principalmente
aves migratórias que lá ficam temporariamente para descansar e se alimentar.
Possui mais de 3.200 animais, sendo aproximadamente 102 mamíferos, 216 aves, 94
répteis, 15 anfíbios e 16 invertebrados, além é claro das aves migratórias.
Possui um auditório para palestras e simpósios sobre Zoologia, além de uma
biblioteca com aproximadamente 4.200 livros.
Horário
de funcionamento
Quarta-Feira a Domingo das 9:30 as 17 horas.
Abre as Segundas e as Terças-Feiras somente em feriados.